domingo, março 31, 2013

uma noite juntos.

Sábado passado minha amiga e do Rafa em comum nos convidou, mais alguns amigos para irmos tomar vinho em sua casa. Rafa veio à tarde para a minha casa, assisti alguns seriados deitado no colo dele, onde roçávamos levemente as mãos e ele me beijava os cabelos. Quando chegou me olhou e disse "você cortou o cabelo, está ótimo!", e eu sorri desconcertado. Passamos algumas horas juntos, já fazia três semanas que não nos encontrávamos.

Fomos para a casa de nossa amiga, por duas vezes ele me tocou com os dedos enquanto estávamos sentados no sofá, eu deixei e fingi que não notei. Bebi muito, ele bem menos. Na hora de ir pra casa olhei pra ele e disse "queria que você fosse dormir comigo". Eu já havia preparado um ensaio de que não ia dirigir bêbado até a casa dele, mas se ele quisesse podia pegar um taxi, mas ele me surpreendeu dizendo que sim. Chegamos em casa e tomei banho, ele estava só de bermuda já deitado na minha cama, pedi pra ele tirar a bermuda e ele tirou. Deitamos na cama, ele me abraçou e me beijou na testa.

Dormimos, mas as vezes eu acordava e apertava seu corpo contra o meu. Gostava de sentir o cheiro dele, beijava suavemente seu braço e peito. Dormia. Acordei quase dez horas da manhã com o Rafa passando a mão por meus cabelos e beijou meu olho. "Ficou muito lindo em você esse corte de cabelo", ele disse. Eu sorri, fechava os olhos e deixei ele me mimar um pouco.

Conversamos um pouco, contei que troquei de carro e vou receber o novo essa semana, olhei pra ele e perguntei se podia levá-lo para dar uma volta pra comemorar, ele disse que sim.

Embora eu tenha alisado seu membro, beijado seu peito, ele continuou agindo com carinho comigo. Nossa amiga no outro dia me ligou pra dizer que achou estranho ele não ter levado o Tropeço e perguntou se eu sabia como eles estavam, respondi que não sabia. Ela me disse que falou pra ele que ele podia levar o namorado. O Tropeço ligou várias vezes a noite e ele passou pra nossa amiga conversar com ele, ela perguntou porque ele não tinha ido e ele não respondeu. "Acho que ele queria que o Tropeço não fosse", me disse. Eu sei que parece uma pequena conquista, mas eu continuo com a sensação que vai valer à pena insistir nessa relação. Quero insistir na felicidade.

sábado, março 16, 2013

o que você quer ser quando crescer?

Essa fotinha aí faz a gente pensar um pouco, né? Eu, com certeza, não fiz nada do que "planejei" pra minha vida quando criança. Nem quando adolescente. Os problemas que tenho hoje na minha vida, são fruto muito mais das minhas omissões do que de minhas escolhas.

É engraçado fazer essa análise, afinal, nem tanto tempo assim atrás eu bradava aos quatro ventos que não me arrependia de nada do que havia feito na vida. Hoje, não tenho essa coragem, faria de um modo diferente muitas coisas e me atreveria, do alto da minha maturidade de meus 30 e tantos, fazer as coisas que não tive coragem e que me levou a vários arrependimentos.

Agora de caráter, eu acho que me orgulharia sim, afinal eu nunca imaginei que eu pudesse ser o cara tão íntegro, honesto e humano que sou hoje, afinal eu era tão egoísta quando pequeno!

Mas e vocês? Querem dividir aqui comigo a resposta pra pergunta dessa foto?

domingo, março 10, 2013

O melhor do Oscar. Mas acho que Mr Affleck devia ter mantido o penteado de Argo também, muito lindo.


sábado, fevereiro 16, 2013

fazendo as pazes

Havia se passado três dias sem nos falar, nem eu ligava pro Rafa e nem ele havia me ligado. Eu estava profundamente triste com a situação. Havíamos trocado e-mails com palavras duras e eu estava muito desconfortável com isso. Minha mãe sempre diz que não se deve dormir brigado com quem se ama, e embora não divida a cama, o quarto ou a vida com ele, dormir com esse sentimento ruim não era legal.

Tomei a iniciativa e liguei pro Rafa, a voz dele era toda cuidadosa e eu disse que queria conversar. Falei que estava muito incomodado de estar com esse sentimento ruim no peito e ele disse que ele também. Comecei falando das coisas que ele fez e me senti humilhado, enquanto eu falava ele ficava no outro lado da linha chamando meu nome de forma bem triste. Disse que não fez aquilo consciente e notei sua voz embargada. Falei que sei que ele as vezes ache estranho por estar com medo de perder minha amizade e de eu estar apaixonado, ele disse que nunca se arrependeu do que rolou entre a gente, mas que me amava como um irmão. Então eu respirei fundo e disse "você tem medo de eu estar apaixonado por você, mas deixa eu te dizer: eu estou profundamente apaixonado por você. Eu não queria, mas eu estou. Eu sei todos os seus defeitos e de todas as suas qualidades. Mesmo sem ter muito haver nos tornamos amigos, parceiros, confidentes, amantes. Você foi a coisa mais linda que apareceu na minha vida. Eu me culpo toda vez que brincava que você era feio, pois você pra mim é o homem mais lindo que existe, pois você é a representação de tudo o que mais amo. Eu não tenho medo quando estou junto com você. Eu tenho certeza que a nossa história não acaba aqui, porque eu não posso ter passado todas as provações que passei pra ter o momento mais lindo e sublime da minha vida e ele morrer na praia por um medo bobo seu". Enquanto eu falava ele dizia "eu sei, eu sei". Eu continuei dizendo o que meu coração sentia e falei no Tropeço pela primeira vez "eu não gosto de falar no Tropeço, pois ele já tem você tanto que eu não preciso ocupar o tempo que tenho com você falando dele, mas eu acho triste quem não tem em seu companheiro o melhor amigo. Quem tem que tomar as decisões e ponderações é você, mas você claramente não é feliz com ele. Claro que eu quero que seja comigo, mas sou tão desprendido de egoísmo e lhe amo tanto que que quero que você seja feliz e você não está". Rafa continuou com os "eu sei" e pediu desculpas, rebati que eu não queria ouvir as desculpas dele, eu não as aceitava, porque se aceitasse eu confirmaria que estava magoado com ele e eu o amava demais para guardar esse sentimento. Desliguei dizendo que depois conversávamos pessoalmente. Ele disse que me amava muito e tinha muito medo de me perder.

No outro dia em que dormi com o Meu Caçador, Rafa veio aqui em casa e passamos uma tarde incrível juntos. Abraçados, carinhosos, assistimos seriados. Ele me abraçava bem forte, como se fosse me esmagar e dizia que me amava. Eu não quis voltar e conversar de novo com ele pois o dia foi maravilhoso, quando ele tirou a camisa, seu mamilo estava intumescido, sua barriga quente. Até brinquei "nossa, que barriga quente". Se esses dois sinais não são sinônimos de TESÃO, alguém me faça o favor de dizer o que é. Percebi que seu membro estava duro e tive vontade de perguntar "Mamilo duro, barriga quente e pau ereto é sinônimo de amor de irmão"? Mas fiquei na minha e aproveitei o carinho.

Tenho certeza absoluta que o amor da gente vai acontecer. É um sentimento que ultrapassa todas as certezas, que nunca tive na vida. Nem aquelas certezas que eu dizia da boca pra fora pra me enganar, essa eu escuto la dentro, em paz. Engraçado, mas uma amiga nossa em comum me ligou e disse que tinha encontrado o Rafa e o Tropeço e não tinha achado que ele estava feliz "lembra igual ele namorou aquele outro? Que ele parece esperar a pessoa se incomodar e terminar o namoro? Pois ta igual". Perguntei se ela tinha dito isso pra ele e ela disse que não e perguntou se devia. "Se você não falar no meu nome, deve sim". Ela disse que vai ligar pra ele na semana pra perguntar como vão as coisas e dizer isso, não dá pra confiar só no destino, né? Merece um empurrãozinho...

Guto me ligou, disse que vai se mudar aqui pra minha terra. Quer ajuda pra procurar emprego e apê.


segunda-feira, fevereiro 11, 2013

a volta do Caçador

Sábado de carnaval, eu pensando na morte da bezerra quando meu Caçador me manda uma inbox no facebook se eu estava na cidade durante o carnaval. Respondi que sim e trocamos um breve bate papo e marcamos de ir pra um show que a Prefeitura está promovendo aqui na cidade durante os dias de carnaval. Reuni alguns amigos e marcamos de nos encontrar as 20h.

O Caçador veio até minha casa, me abraçou forte, esperou eu me arrumar e fomos para um barzinho, que estava vazio. Um casal de amigos chegou, os apresentei e ficamos conversando até dar a hora de nos encontrarmos no local do show. Bebemos alguns drinks (por último uma caipirinha incrivelmente forte) e fomos. Chegamos lá desandamos a tomar cerveja, lá pelas tantas ele começou a falar do tempo que passamos sem nos falar, do quanto me amava, que eu era até mais importante que os irmãos dele. Confesso que fiquei um pouco constrangido, mas tudo bem, fiquei ouvindo os elogios e desabafo.

Curtimos o show e voltamos de carona com o casal de amigos, que nos deixou no meu carro perto do barzinho que estávamos bebendo antes. Confesso que eu tinha bebido muito, mas não estava bêbado, estava ciente dos meus atos, meu Caçador também parecia bem até descer do carro. Ele olhou pra mim e disse que estava passando mal, tão logo eu perguntei se ele queria vomitar ele se agachou e vomitou no meio da rua. Melou a camisa e eu comecei a rir, perguntando o que ele bebeu pra ta passando tão mal. Vim pra casa e ele precisou praticamente ser carregado, passei seu braço sobre meu pescoço e o trouxe pra casa, sentei na minha cama e retirei sua blusa vomitada. Desabotoei sua bermuda e vi a grande mala em sua cueca azul apertada.

Meu Caçador ficava reclamando de que estava me dando trabalho, e eu doido pra responder que estava sendo um PRAZER. O convenci a tomar banho depois que ele vomitou mais duas vezes, eu ia dar banho nele de cueca mesmo, mas ele pediu pra ajudar a tirar. Seu pau estava meia bomba, mas devia ter quase 18cm, coloquei uma cadeira de plástico no box, ele sentou e liguei o chuveiro. Peguei o sabonete como pretexto de alisá-lo e ele deixou. Eu passei o sabonete por seu peitoral, barriga, pernas e coxas. Ele é um macho muito gostoso, ele reclamava de estar bêbado, não acreditando que tinha ficado bêbado com tão pouco. O enxuguei e aproveitei pra pegar no pau sobre a toalha, ele riu na hora, mas não falou nada. Vesti sua deliciosa e apertada cueca azul e ele deitou na minha cama. Fiquei olhando aquele homemzarrão deliciosamente deitado e deitei ao lado dele. Passei minha mão pelo seu pescoço, peito, barriga e finalmente pousei no pau, sobre a cueca. Ele estava meia bomba e senti pulsar. O abracei, beijei seu pescoço, ele riu. Beijou meu rosto, me abraçou forte e disse que me amava muito. Dormimos juntos.

Acordei na madrugada sentindo ele me abraçar por trás, fazendo um movimento de vai e vem, fungando no meu pescoço. Passei a mão por trás e vi que ele estava de cueca, alisei seu pau que estava muito duro e o tirei pra fora da cueca. Meu Caçador continuou sarrando em mim, abaixei meu short. Podia sentir a cabeça do seu pau já babado encostando na minha bunda. Pelo estado em que ele estava bêbado, sabia que não ia rolar muita coisa. Pensei em chupá-lo, mas fiquei com receio de ficar muito na cara que eu tava a fim e ele podia dizer que me aproveitei. Ficamos nessa sarração gostosa e ele dormiu.  Levantei meu short e dormi também. Acordei antes que ele e fui fazer o café da manhã, ele acordou, foi até a cozinha, de bermuda mas sem camisa, e disse logo que não lembrava de nada. Deixei quieto.

Passei uma tarde maravilhosa com o Rafa, Guto me ligou à noite. Muita coisa pra colocar em ordem e escrever aqui.

sábado, janeiro 26, 2013

será o fim?

Quarta-feira fui à casa do Rafa passar um tempo com ele. Levei um lanche, conversamos, ficamos duas horas deitados na cama assistindo TV abraçadinhos. Eu beijava suavemente seu peito, sua barriga, seu ombro. Acariciava seus cabelos, ele fazia carinhos em mim passando de leve sua mão por meus cabelos, braços e costas. Lambi seu ombro e pescoço com uma lambida rápida, mas forte. Rafa riu, disse pára entre risos. Continuei. Perto de ir embora nos abraçamos, nos olhamos e pedi um selinho e ele disse "não". eu ri, roubei um selinho que saiu meio de banda. Ele começou a rir e eu também, disse que queria só um selinho (dentre quantos ele me deu?) e ele negou. Não acreditei, fingi que roubaria e forcei o selinho, ele interpôs o braço e me segurou com força em meio a risos e mandou eu parar. Parei. Balbuciei em um resmungo e disse "é muita humilhação". Calcei o sapato, ele me abraçou, me deu um beijo no pescoço e eu disse novamente "é muita humilhação, eu não merecia isso".

Não liguei nem quinta e nem sexta, e nem ele. Nessas horas eu agradeço a Deus pelo trabalho que tenho, que me ocupa a mente e o tempo totalmente e não fico pensando em besteira. Então hoje, uma amiga (que nada sabe do Rafa e dos meus Drammas) me manda um texto lindo, que prontamente encaminho pro Rafa.

"Um garoto adolescente, excluído do colégio e sem muitos amigos, se apaixona perdidamente pela garota mais legal que ele conhecera até ali. Ela, no entanto, namora um garoto mais velho e bem babaca, e não liga muito para nosso protagonista. Ele vai até seu confessor, uma das únicas pessoas com quem tem intimidade para fazer esse tipo de pergunta, seu professor de literatura. E diz: Por que algumas pessoas se apaixonam pelas pessoas erradas? Ao que o professor responde: Charlie, nós aceitamos o amor que achamos que merecemos.
Quem viu uma das pequenas pérolas do cinema do ano passado, As Vantagens de Ser Invisível, reconheceu o diálogo acima na cena entre Logan Lerman e Paul Rudd. É uma das frases que valem o filme (e o livro no qual ele foi inspirado). Aqueles momentos em que você para e pensa: não é que é assim mesmo?
Quantas vezes você já não saiu de um namoro que, seis meses depois, soava deslocado, fora de sentido? Como eu pude me apaixonar por esse cara? Jura que eu passei tanto tempo com uma mulher assim? Pois é, passou. Às vezes foi por conformismo mesmo. Por não conseguir olhar para fora de si e imaginar novas aventuras que valessem a pena, por fechar uma janela para o resto do mundo por preguiça (ou medo, muito medo) de ter que se esforçar mais do que o confortável para buscar a felicidade em outra pessoa.
Mas às vezes o problema está mais a fundo. Porque medo a gente reconhece e, munido de uma boa lanterna contra o escuro e o desconhecido, a gente eventualmente enfrenta. Mas auto-estima é um problema daqueles que cola e não desgruda mais. Que está tão colado, tão fundo, que a gente nem percebe que a maior parte das nossas ações é decidida não apenas por nosso poder de escolha, mas pela imagem que fazemos de nós mesmos. Matricular-se na academia, voltar a estudar, mudar de emprego estão sempre condicionados ao “eu me acho capaz disso?”.
E no amor não é diferente. Eu me acho capaz de amar mais do que isso? De viver um amor de verdade, arrebatador, gigantesco, fundo e completo? É o famoso “Ela conseguia coisa melhor” que um amigo fala pro outro quando conhece o novo namorado da fulana. Ela até poderia conseguir alguém que a tratasse melhor, que a amasse mais, que fizesse a abraçasse bem forte ao invés de virar pro lado na hora de dormir, que a respeitasse mais, que, quem sabe, vai saber, até a admirasse. Que ficasse sorrindo de bobeira na hora em que ela trocasse de roupa. Que repetisse, de vez em quando só pra lembrar, que ela é a mulher mais incrível que ele já conheceu na vida. Mas nós aceitamos o amor que achamos que merecemos. E quem acha que merece tudo isso, né? Alguém mais feliz."

Mais do que eu esperava, recebo a resposta: "Com certeza você merece muito mais. Fica bem". Eu quis morrer. Eu quero morrer. Principalmente porque não me passa pela cabeça o tempo que perdi, mas me passa o tempo em que ele idiotamente não vê que nós estamos ligados. Que nossa vida conspirou para isso, que é hora de ser valente.

E embora eu possa ouvir muitos de vocês falando pra seguir adiante e o criticando, eu repito: "vocês não sabem o que eu sinto. Vocês não sabem o porque estamos ligados". E mesmo cansado disso eu continuo o amando e agora rogo apenas pra ser forte, pois sei que não posso esquecer, mas quero forças pra me valorizar.

Pra piorar, Marisa Monte embalou minha noite e quando ouvi essa música eu me pergunto se eu sou burro ou se ele é burro.

quinta-feira, janeiro 17, 2013

o amor me rege.

Eu queria ter uma boa história pra contar, uma quente de uma noite fabulosa de sexo, ou até mesmo uma terna, daquelas em que passo a tarde enrolando o dedo nos cabelos do peitoral do Rafa, mas não tenho. Não tenho nenhuma história interessante, mas quis dar o ar da graça aqui.

Mudei de emprego, mas sinto falta do meu emprego antigo. O novo me dá um gás diferente, novos desafios, ser chefe a primeira vez (e espero ser tão justo e generoso como meu antigo chefe foi pra mim), montar equipe, trabalhar com algo que acredito muito e estava muito a fim desse reconhecimento. Mas tenho saudades do meu emprego antigo, de trabalhar com um grande amigo, ter o escudo do meu antigo chefe pra me dar respaldo. Agora é diferente, eu dou a minha cara a tapa, mas meu desejo de fazer bem feito é tão grande que já me dá um sorriso no rosto. Porque tem amor em tudo o que faço. Tem amor em tudo o que quero.

Acho que nunca falei isso aqui, mas eu sou um homem de fé, desses que reza ao acordar e ao dormir. Acredito que tem uma força que nos rege e somente com a oração, o bem ao próximo e o perdão, posso entrar nessa mesma sintonia dessa força e assim ser feliz. Sempre rezei, desde pequeno, e pedia pelos parentes e amigos que ja se foram. Pedia para proteger minha família. Pedia um emprego. Pedia um amor. Pedia pra realizar meus sonhos. Eu pedia muito.

Hoje, não peço mais. Mesmo desejando um amor (e que esse amor seja o Rafa), eu não peço. Minha oração diária ao levantar pede que meus caminhos sejam abençoados e protegidos e ao deitar, peço que sempre me guie pelo caminho do bem. Não peço mais pois descobri que o que rege o mundo, as pessoas, toda a nossa vida, se chama AMOR. É com o AMOR que nos dedicamos nas pequenas coisas do dia-a-dia, transformando tudo ao nosso redor.

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine". [Coríntios 13:1]