domingo, março 18, 2012

O melhor amigo


Quem me conhece sabe que eu não tenho um melhor amigo, tenho melhores amigos. A minha amizade é como uma grande pizza onde cada amigo tem a sua fatia. Não converso todos os assuntos com todos e tem assuntos que só converso comigo mesmo. Minha bissexualidade é assim, só minha, ninguém sabe (ou sabia rsrs).
Mas eu acabo sendo o melhor amigo de meus amigos, participo da vida deles como gente da família (assim como eles participam da minha família também), sempre sou padrinho de casamentos e já junto uma pequena porção de afilhados em que participo ativamente de suas pequenas vidas: passeios, aniversários, dia com o Dindão, etc.

Então, sou o melhor amigo do Rafael (vamos chamá-lo assim). Desde que nos conhecemos nos tornamos inseparáveis, ele é um cara muito engraçado e eu adorava rir das coisas dele. Confesso que não o achava bonito, mas ele mexeu comigo. Na primeira vez que nos vimos eu o fiquei encarando apesar de achar o cabelo dele horrível, muito magro, os traços feios, mas sim, ele tinha mexido comigo. Mas éramos apenas amigos e fomos muito amigos durante muito tempo. Batman & Robin.

Quatro anos atrás ele dormiu em minha casa no dia do meu aniversário, na minha cama. Eu o alisei durante toda noite e ele não acordou. Eu passei a semana inteira sentindo o cheiro dele no meu lençol e travesseiro. Dois meses depois ele me contou que era gay e estava namorando com um cara, eu fiquei num misto de felicidade e tristeza. O namorado dele era insuportável e me elegeu como o amigo dele que ele odiava, foram quase dois anos onde nos vimos menos, mas que ele deixou claro pro cara que nunca ia se afastar de mim.

Depois do término desse namoro conturbado ele começou a namorar com uma cara legal, e está com esse cara até hoje, embora ele o já tenha traído muitas e muitas vezes. Meu conselho era de que ele devia realmente ver se queria ficar com o cara. Enfim, esse é o resumão da nossa amizade, o DRAMA vem a seguir.

Fazia tempo que Rafael permeava meus sonhos, eu amanhecia de pau duro, batia altas homenagens para ele. Nas vezes em que ia na sua casa começava a encará-lo, mandava mensagens com duplo sentido, deitava de bruços e algumas vezes peguei ele olhando pra minha bunda. Quando foi em dezembro, numa noite de bebedeira eu disse pra ele que queria ficar com ele. Ele ficou surpreso, disse que nunca imaginou que eu fosse gay e disse que eu era seu melhor amigo. Saímos do barzinho, deixei seu amigo em casa (mas que na hora do papo estava no banheiro) e assim que virei a esquina parei o carro e olhei para ele. Nos atracamos em um beijo intenso e apaixonado. Ficamos vários minutos no carro nos beijando até que ele disse que o namorado dele estava em casa esperando por ele. Eu perguntei se ele queria ir para casa ou para outro lugar.
Fomos para um motel próximo da casa dele, assim que chegou ele tirou a roupa, deitou na cama e nos entregamos entre beijos apaixonados e uma sarração desenfreada, ficamos nisso durante uma hora mais ou menos, não sei se por sentimento de culpa ou embriaguez ele falou que estava tarde (e estava mesmo, era quase cinco da manhã) e precisava ir para casa.

Ele chorou muito no carro dizendo que tinha medo de perder minha amizade e eu disse para ele ficar tranquilo, que eu também queria aquilo. Dormi realizado, muito feliz mesmo, mas dois dias depois ele disse que não queria misturar as coisas. Respeitei. Parei com as insinuações.
Já havia passado um mês do nosso fica quando saímos outro dia com amigos para beber e ele não levou o namorado (como nunca leva) e veio dormir na minha casa. Tinha o colchão no chão, ele se deitou e eu o chamei pra deitar comigo na cama, ele logo disse que achava melhor não. Respondi que não ia acontecer nada que ele não quisesse e ele veio. Deitou ao meu lado, de cueca apenas, seu peito musculoso e cabeludo desnudo, e falei de como me sentia e como tinha sido bom ficar com ele. O beijei no peito, ele resistiu, no pescoço, na orelha e por fim na boca. Ficamos nos beijando durante alguns minutos e sussurrei em seu ouvido "quer meter?". Enfim, não vou entrar em maiores detalhes, mas foi o sexo mais gostoso que fiz na minha vida, pois sei que pela primeira vez foi com alguém que amo e que me ama de volta.

Acordamos abraçados e ele me confidenciou que se sentia mal pelo namorado, porque ele (o namorado) gostava muito de mim, os outros que ele pegava ele não tinha nenhum vínculo. Fiquei calado.

Nossa amizade permanece, acho que muito mais firme do que antes, mas eu não posso fugir de que estou apaixonado. Já estava antes, mas o que tenho é palpável. Meu medo e timidez me impede de avançar um pouco, não acho que eu deva dizer que quero namorar com ele, pois essa decisão é dele. Também não sinto raiva ou ciúmes do namorado, acho que a ligação que tenho com Rafael é mais forte que o namoro dele, que ele ja disse não andar as mil maravilhas. O convidei pra passar o fim de semana em um hotel na praia e ele topou, só disse que ia ter que despistar o namorado.

Estou vivendo, querendo mais, mas fico na dúvida se devo cobrar ou esperar.

domingo, agosto 28, 2011

O namorado da amiga


Minha amiga começou o namoro com um cara legal tem uns três anos. Demorei para ficar amigo dele, de um ano pra cá é que viramos amigos e ele deixou de ser apenas o namorado de minha amiga. Sempre o achei meio feio, a cara grande e quadrada, as orelhas de abano, a careca. Descrevendo assim parece muito feio, mas não é. Mas tb não é bonito, mas tem cara de homem.
A primeira vez que o vi sem camisa achei o corpo bonito, magro, os peitos bem gostosinhos e o grande volume na sunga, bem pauzudo. Mas eu não senti nenhum desejo por ele, até o dia em que ele com seu carioquês estava reclamando da namorada e disse "Ontem eu tava doido pra fuder, mas ela dormiu". Não sei explicar, mas aquilo me encheu de tesão. De vez em quando tenho sonhos dele chegando em mim e dizendo "tô doido pra fuder", e me explorando, me possuindo.
Tem dias que não me controlo e bato uma pensando nele. Vem me fuder, carioca.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Retirando o pó


Olá amigos.

Como não sei se tenho mais leitores o negócio e apelar para os amigos, não é?

Tenho andado muito ausente, mas não só daqui, de tudo. Muito trabalho, muitas realizações poucos dramas. O pouco tempo que tneho tido tenho dedicado aos meus poucos amigos (a grande maioria que eu considerava meus amigos, quando deixei de sair pra farra, sumiu), família e meus hobbys.

Acabaram as caçadas noturnas, sinto tanto sono que mesmo voltando de madrugada e vendo um cara legal, não abordo. Não fico mais no msn "de putaria", pois é sempre o mesmo papo. O orkut fake de caçada deve ter tanta teia de aranha uanto aqui.

Meu caçador ligou, fez draminha como só ele faz. O vi, o beijei no rosto ( e rcebi um bjo tb) e o abracei forte. Tem fotos dele que quando olho parece-me dizer "Quero te comer, mas sou macho. Isso não é de DEus. Afasta-te". Sempre é assim. Ficamos juntos mais que amigos, conversamos sobre muita coisa ele pede massagem ou pde para eu pegar no seu muque e depois se afasta. Ele entrou tanto an religião que eu acho que é para esconder.. não sei, pode ser as desculpas que a cabeça da gente inventa.

Tenho duas histórias de bichas afetadas pra contar que estragam todosos gays de bem. Próximo post, juro.

Grande abraço!

sexta-feira, junho 13, 2008

Cercado de pecados


Olá pessoal!
Depois de algum tempo sem postar, consegui dar o ar da graça. como eu havia falado, minha vida anda super corrida e tem piorado mais ainda. Me sinto feliz, realizado profissionalmente (só financeiramente que não é essas coisas todas) e sozinho.
Poisé.. sozinho, mesmo. Por incrível que pareça não tenho me sentindo infeliz, as vezes bate aquela tristeza, uma sensação de vazio diferente... quase inexplicável. Não é sensação de vazio, de abandono, mas muitas vezes é daquele vazio de quando você mergulha fundo em uma piscina e não ouve nada além daquele silêncio.
Meu chefe solicitou que eu escolhesse um casting para uma campanha que estamos fazendo. Serão fotos na praia, piscinas, restaurantes. O briefing é a alegria, união da família, diversão, alto-astral, gente bonita. Meu chefe frisou que não queria nenhum modelete, gente bonita mas com aparência de gente normal. Alguém que você encontraria em um restaurante ou na fila do supermercado.
Combinei com a agência de publicidade, marquei sessão com a produção para escolhermos o bendito casting. A única coisa que eu não sabia é que a produtora mandou todo mundo ir de roupa de banho. Cheguei na agência por volta de 19h, conversei com nosso atendimento e com os donos da agência que me encaminharam até uma ampla sala de reuniões com sucos, cafés e quitutes. Então, entra o assessor da produtora (que mais parecia o Dolby, o elfo doméstico do Harry Potter) com várias meninas de biquini e salto alto. Acho que o sonho de todo marmanjo, mas eu fiquei cosntrangido. Doze garotas, todas lindas de salto alto e biquini olhando e sorrindo pra mim. Algumas, eu podia notar, tinham se depilado há poucos dias, preocupadas em parecer bem para serem escolhidas. Pedi as fotos, fiz algumas perguntas e quando saíram o assessor veio com uma leva de crianças. Fiquei constrangido, mas um pouco menos. Afinal criança é mais fácil, se tem a inocência e se acham o máximo ali. Pedi que na próxima vez não trouxesse as crianças todas juntos, pois achei que faria mal para algumas saber que não seriam escolhidas ali, logo de cara. A auto estima do ser humano é algo tão grágil que eu não queria arriscar criar um trauma.
Então chamaram os rapazes. Entraram de seis em seis. A primeira leva me deixou igualmente constrangido pois percebi que alguns não estavam de sunga, mas de cueca. Todos alegres, forçando os músculos um pouco, com seus sorrisos expressivos e marotos. Eu tinha que me controlar para não babar. Conversei com os rapazes, selecionei algumas fotos.
Veio a segunda leva, com homens que me encantaram mais ainda, sem rostinho de bebê ou com peito depilado, parecendo mais homens mesmo. Juntamente com o pessoal da agência fiz minhas escolhas, ponderei com eles o que achavam e ainda tinha gente para escolher, o casting não estava fechado. A menina da agência que me atende pediu licença para imprimir os layouts dos anúncios e fiquei sozinho na sala. De repente entra um rapaz chamado Ronaldo. Ele tinha 26 anos, um corpo legal, quase 1,90m. Estava longe de ser lindo, mas também longe, e bem longe mesmo, de ser feio.
Ele sorriu e perguntou se o casting havia acabado. Eu respondi que sim e ele começou a se explicar do atraso. Em algum momento em que abaixei a cabeça para juntar as fotos que eu havia separado ele tirou a roupa ficando só de cueca box azul clara. "Eu sei que o teste era de sunga, mas eu saí do trabalho e vim direto, espero que você não se importe", disse ajeitando o grande volume com a mão por dentro da cueca, posicionando o pau pro lado esquerdo. Devo ter corado um pouco pois ele pediu desculpas.
Seu peito era um peito ideal pro meu padrão de desejo. Grande, mas nada exagerado, com poucos pelos e os mamilos vistosos. Ele virou de costas e tinha uma bunda maravilhosa. "Pode se vestir", eu disse, desejando que ele tirasse a única peça restante. Antes de se vestir ele chegou bem perto de mim, meu rosto ficava na altura do seu umbigo e disse com uma voz marota "cara, me dá essa chance pq tô precisando fazer uma grana logo", sentou-se do meu lado, vestiu a calça, calçou os sapatos e por fim colocou a blusa. Fiz as perguntas padrão de experiência e disponibilidade. Quanto a executiva de contas chegou ele já havia ido, mas eu tinha anotado seu telefone. Selecionei para ele fazer fotos em uma praia próxima e recebi as fotos hoje. Que delícia de fotos. Seu corpo másculo em uma sunga estampada, quando as vejo em alta resolução, com seu mamilo preenchendo quase toda a tela do computador é ainda melhor.
Coincidentemente ele me ligou hoje, agradecendo a oportunidade e perguntando se eu poderia mandar alguma foto pra ele colocar no seu book. Pedi para a agência finalizar e gerar uma cópia do anúncio em baixa resolução para eu mandar pra ele. Recebi um e-mail de agradecimento que me despertou desejo.

"Caro amigo,
Obrigado pela foto, ficou realmente muito bom. Sou suspeito em dizer que você tem bom gosto para escolher casting. Hahahahahah.
Espero fazer mais trabalhos juntos.
Um forte abraço,
Ronaldo"

Desejo é uma coisa foda.
boa semana pra vocês.

quarta-feira, março 19, 2008

Meninos e Meninas


As mulheres, e sim, eu ouso generalizar mesmo, andam merecendo acabar sozinhas (e com isso condenar a humanidade). Todas as meninas que procuro alguma coisa tem a cabeça voltada que homem deve ser o provedor ($$$$) da relação.

Isso me cansa, pq busco parceria. Colo, apoio. Igualdade. Acho que todo homem gosta de ser o macho, o provedor, o chefe da família, mas ultimamente as pessoas querem crescer juntas e não comandar uma casa.

Os homens, bem... aí eu me incluo em querer sexo rápido e fulgás, lépido. Quente. Mas ao mesmo tempo em que busco parceria eu encontro preguiça, conformismo. Sei que parece que tenho procurado no lugar errado, mas é por onde o caminho tem me levado. Eu só tneho seguido a estrada, vendo onde meu rio vai desemborcar.

E vocês, estão felizes com o que tem encontrado no caminho?

terça-feira, março 04, 2008

Atualizando e voltando a rotina


Oi Galera,

que bom estar de volta!

Tanta novidade para contar, meu primeiro namoro com um homem, a decepção de Maceió e minha volta com um trabalho bem melhor na minha cidade.

Quem lembra, eu estava trabalhando em outro estado, vivi algumas aventuras, decepções, morei sozinho... até receber um convite super supimpa para voltar. Trabalhar na minha área, na maior empresa do meu estado, sem dúvidas uma grande vitrine para minha carreira. Não pensei duas vezes, vendi as coisas e voltei.

Foi uma volta super corrida, pois apesar de formado eu não tinha nenhuma experiência na minha área e tive que compensar com bastante determinação em aprender a falta de experiência. Estou muito feliz, aprendendo muito e sendo elogiado por meus chefes. Acumulei mais funções e responsabilidades nesses seis meses e embora tenha sobrado pouco tempo, acho que a hora é agora. Trabalho e pós-graduação tem tomado todo o meu tempo e aproveitando a boa onda resolvi conversar com a menina de Maceió.

Resumindo em miúdos eu levei um baita fora, ela me cozinhou por três meses, vocês não tem noção do meu stress, meu cabelo até começou a cair! Felizmente esse pico já está normalizando, o cabelo voltou a crescer e já não penso nela todo dia, mas quando penso ainda dói.

Coincidentemente, depois do dia que ela me deu um fora conheci um cara maravilhoso. Me entreguei total pra ele, ele parecia me ler nas entrelinhas, respeitava meus medos e nóias, era bonito e só tinha um defeito: não parecia ter ambição. Estou falando de ambição saudável, não queria fazer faculdade, e se contentava com o emprego que tinha, sem almejar mais. Eu fiquei pensando "e se der certo?". Poxa, era meio frustrante isso, mas encarei, afinal eu podia mudar o ponto de vista dele, fazê-lo se esforçar mais, estudar, conseguir um emprego melhor...

Por conta do meu trabalho passávamos semanas sem nos ver e isso o incomodava muito, e começou a me incomodar. Começou a me incomodar o incômodo dele, entendem? Eu ficava muito puto se ele chegava em casa as 17hs e achava ruim eu chegar as 23h, 00h, 01h... reclamava que eu não tinha tempo e que até meu final de semana era apertado por conta da pós.

Ele sabia me pegar de jeito na cama, era liberal e me fazia gozar.... coisa de quem lembra de Gilberto, sabe minha frustração. Confesso que eu não havia me mostrado por inteiro, ele não conhecia meu perfil verdadeiro no orkut, nem meu msn... e um dia achou. E pior, me achou por ser amigo de Rodrigo (o menino que saí uma vez e fiquei doido por ele). Desde esse dia ele mudou, sempre jogava isso na minha cara e eu ficava chateado. Claro que eu entendia a frustração dele, mas eu expliquei que era questão de tempo para confiar e me entregar totalmente.

A pressão não deu. Acabei terminando o namoro no domingo depois de transar com ele. Me senti, e ainda me sinto, mal pra caramba. Eu não queria fazer da transa uma despedida. Eu gozei (antes dele) e não senti vontade de ficar abraçado e por impulso me elvantei e fui ao banheiro. eu sei que ele ficou bastante chateado, e com razão. Chorei muito, pedi perdão, eu não queria terminar daquele jeito. Mas naquela hora eu não queria carinho dele, queria ir embora!

Ele foi tão compreensivo que eu só me sentia pior. Ele veio falar que achava que eu não era gay, que devia procurar meninas, tanta coisa que só me deixou cada vez mais confuso. Nos despedimos, achei que ficaria claro que eu tentaria com meninas novamente.

Eu não quis ir pra casa, liguei pra uma amiga e fui jantar. Não falei nada, afinal ninguém sabe de mim... fiquei sozinho, tantando fingir que tava feliz. Ele começou a me ligar e passou a agir de uma forma incomum, me atacando. Aguentei tudo, pois eu sabia que naquela história o escroto tinha sido eu.

Faz dois dias que não nos falamos, espero que isso cure o coração dele. Só o que me magoa é que ele aproveitou para dizer que me traiu, então, talvez, eu não precise me achar tão escroto assim.

Quero voltar mais, pessoal. Também promete não relatar tanto as aventuras sexuais, pq não quero que isso seja um antro de promiscuidade.

Saudades Marcelo Ribeiro, Aventura, Jaleco e Ocean!

segunda-feira, julho 09, 2007

O Montador



O maior desespero de quem mora só, chama-se solidão. Ao menos para mim, é o pior dos males. Imagina quando cheguei no meu apartamento: uma rede e um forninho elétrico. Depois trouxe minha tv velha (não trouxe a nova por ser grande e pesada, ainda não coloco fé que vou ficando por aqui) e meu primo me conseguiu um frigobar.

Comprei uma cama box queen size (king seria demais pro meu pequeno apartamento) e um armário. Não me achem luxento, mas esses armários pré-fabricados são o fim da picada! O transtorno pra agendar o montador me fazia querer desistir, a empresa que me vendeu (a bosta da Insinuante) chegou a falar claramente que eu teria que ficar o dia a espera do montador. Isto é, quem trabalha tem que fiar a mercê da loja.

Muitos stresses depois consegui o montador para a hora que eu queria. Ele chegou as 7 e meia da manhã, usava um grosso casaco jeans, calça cargo marrom e o capacete a moto. Era mais baixo que eu, devia medir uns 1,65m, aloirado e branco.

Ele tirou o casaco e perguntou onde iria montar o armário e apontei o quarto, ele vestia uma camisa vermelha da loja de um material não muito agradável, dava a impresão de ser bem quente. Falei pra ele ficar a vontade, me deitei de bruços na cama e passei a observar o seu trabalho.

Ele era rápido e calado, na metade do serviço perguntou algumas coisas. Respondi que não era da cidade e que morar sozinho era muito solitário, principalmente aos domingos onde a cidade parece morta, igual ao velho Texas: poeira e calor.

Ele riu bastante, perguntei se ele estava com calor e ele assentiu que sim. Falei novamente, em um tom bem grave "fique a vontade, quero que você trabalhe bem".

Ele sorriu e perguntou se poderia tirar a camisa. "Por favor, se vc vai se sentir melhor, tire a camisa". O loirinho tem o tipo de corpo que eu gosto, nada muito definido, com os mamilos grandes e pelo circundando o peito. Eu arqueei a sobrancelha e sorri, ele sorriu de volta.

Ele começou um papo mais animado, falando coisas da cidade e eu comecei perguntar se o trabalho era estressante, que tipo de pessoa ele atendia, se as pessoas eram fechadas ou simpáticas. Ele me falou que de todo tipo de gente ele encontra, até dos carentes que ele ja deu "um trato" e sorriu maliciosamente. Eu emendei dizendo que "andava bem carente" e ele riu.

Quando ele terminou de montar o armário, continuou sem camisa e rindo falou em tom de pergunta "pronto?". Pedi pra ele coloar o armário da cozinha, pra cobrar "por fora" e ofereci algo pra beber, ele quis uma água.

"Tem cerveja, você quer?" Mas a cerveja ele disse que tomava depois. Bebeu dois copos d'água e colocou o armário, foi bem rápido. Perguntei quanto ficava nosso acerto e ele pediu "dez contos e a cervejinha". Já passava de dez da manhã e ele tomou a cerveja com vontade, eu ficava vendo o líquido dourado escapar fugaz de sua boca e rolar pela pele alva, perdendo-se na penugem loira de seu peitoral.

Ele perguntou se eu queria mais alguma coisa, eu sorri e ele ajeitou o pau na calça. "Se você tomar mais uma cerveja, eu quero sim". Ele riu e eu entreguei a outra cerveja pra ele, ele abriu e se escorou na parede e começou a tomar.

Eu me enchi de coragem e passei a mão na sua barriga, de pelos amarelo-escuros e ele riu. Abri a calça, me ajoelhei e me dispus a chupar aquele cacete vigoroso de uns 16cm. O montador, que somente depois eu descobrira se chamar Fábio, segurava a cerveja com uma mão e com a outra guiava minha cabeça, segurando firme em meu pescoço.

Ele demorou a gozar e quando terminou eu ofereci uma massagem, ele pegou outra cerveja e se deitou em minha cama somente de cueca. Meu celular começara a tocar, era meu chefe, não atendi. Massageei suas costas e ele terminou a cerveja.

"Gostei do seu trabalho", eu disse.

"O se também é muito bom, seu safadinho", ele respondeu. Me cobrou os dez Reais do trabalho e eu só tinha uma nota de vinte. "posso trazer os dez de noite?"

"Traga, as 20hs"

As 20hs Fabio chegou e perguntou se tinha cerveja. Eu havia comprado mais dois packs de skol beats. Abriu uma, tirou a camisa, a calça e deitou na minha cama. "Tira a roupa e chupa aqui, gordinho". Tirei a roupa e me deitei na cama, cai de boca naquele mastro que estava meia bomba. Seu membro começou a ficar mais rígido e chupei com mais afinco, passando a chupar e mordiscar suas bolas. Ele gemia e tomava cerveja, até que tirou minha cabeça. "Vai buscar uma cerveja, gordinho safado".

Quando voltei, ele estava colocando a camisinha "desde que vi tua buna, gordinho, eu pirei", pegou a cerveja, arrastou o movel do ventilador pra perto dele e me mandou ficar deitado na cama co as pernas pra fora.

Ali Fabio não teve cerimônia, colocou a cerveja no mvel do ventilador, apalpou minha bunda e abriu as carnes. Salivou bastante no meu rego, e passou a enfiar sua rola. Não senti muita dor, mas foi muito bom sentir ele sobre mim. Ele gemia com gosto e jogava cerveja nas minhas costas e lambia. Fabio gemia me xingando muito "gordinho safado/ putinho/ viadinho/ vou te arrombar" eu ia ao delírio e rebolava. Empinava a bunda e ele gozou rápido. Sai do quarto, onde ele ficou deitado, peguei outra cerveja e levei pra ele. Como um bom putinho fiz um sanduíche, ele comeu e bebeu mais duas long necks. Do jeito que estava continuou deitado na cama, eu me deitei ao lado dele, de bruços e disse que ia dormir (claro que tomei o cuidado de esconder a chave da porta principal), ele assistiu tv ainda um bom tempo e desligou por volta de meia noite.

De madrugada eu acordei e o vi dormindo, passei a mão pelo seu peito e barriga, ele continuava roncando. Comecei a chupar seu pau e ele acordou (esse negócio de que a pessoa não acorda é mentira), ele soltou "Ah gordinho safado" e passou a manobrar minha cabeça com as duas mãos. Quando gozou me mandou deitar ao seu lado e ficou abraçado comigo de conchinha, eu sentindo seu pau na minha bunda, melado.

"Você chupa melhor que muita mulher", disse sussurrando no meu ouvido. Dormimos. Pela mnhã ele pediu para que eu chupasse de novo e saiu. Disse que voltaria.

Passo muitos finais de semana fora, soube que em um deles ele esteve a minha procura. Não trocamos telefones, eu espero que ele venha MONTAR em mim novamente. Morar só é bem ruim, mas muitas vezes compensa.

Abraços pessoas queridas!